Jundiaí

Eucalypson
O núcleo COATI-Jundiaí se destaca pela atuação em defesa pela proteção da Serra do Japi

O Núcleo COATI-Jundiaí foi fundado em 1º de agosto de 1992 e deu origem a ONG (Organização Não Governamental) sócio-ambientalista, sem vínculos partidários e sem fins lucrativos.

O escritório administrativo da entidade está na rua Prudente de Moraes, 596, Centro, no mesmo prédio da delegacia regional do Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo, com quem mantém uma parceria há anos.

Em Jundiaí, a ONG COATI trabalha em defesa do meio ambiente e preservação das espécies, com ações de educação ambiental pela Serra do Japi, o maior patrimônio ecológico da cidade e região.

O COATI-Jundiaí também desenvolve importantes projetos na área de educação ambiental. Um dos projetos de maior destaque, é o ‘D’Angola na Escola’, em parceria com a empresa Unilever, em Vinhedo. Na parte da educação ambiental, o COATI também realiza palestras, exposição de fotos e conscientização do destino correto do lixo e também estudos sobre a arborização urbana e recursos hídricos.

Endereço: Rua Prudente de Moraes, 596, Jundiaí-SP | CEP 13.201-004

Telefone/Fax: (11) 4522-2437

E-mail: coati@coati.org.br

 

DIRETORIA EXECUTIVA DO COATI-JUNDIAÍ:

Diretor Geral: ANTONIO CESAR TEIXEIRA DE TOLEDO
Diretor Financeiro: IVANA RITA GRAMOLELLI
Diretor Administrativo: FÁBIO PEREIRA CAMPOS ALVES
Diretor de Ecoturismo: FÁBIO PATELLI

 

 

SERRA DO JAPI

Serra
A Serra do Japi representa uma das últimas grandes áreas de floresta contínua do estado de São Paulo e é o testemunho de uma flora e fauna rica e exuberante que existiam em grande parte da região sudeste do Brasil

Única floresta tropical do mundo sobre um solo de quartzito, a Serra do Japi está situada entre os municípios de Jundiaí, Cabreúva, Pirapora do Bom Jesus e Cajamar, em um dos eixos econômicos de maior relevo do país, entre Campinas e São Paulo, sendo um obstáculo natural à conturbação.
A Serra do Japi é Reserva de Biosfera da Mata Atlântica e faz parte do cinturão verde do estado de São Paulo. Representa uma das últimas grandes áreas de floresta contínua do estado e é o testemunho de uma flora e fauna rica e exuberante que existiam em grande parte da região sudeste do Brasil, antes da colonização europeia (Morellato, 1992). É um dos componentes geográficos mais importantes das “serranias de São Roque e Jundiaí” (Almeida, 1964).

A Serra do Japi é Reserva de Biosfera da Mata Atlântica, incluída na zona de amortecimento do cinturão verde da cidade de São Paulo e um hotspot – “ponto quente” – cuja biodiversidade está ameaçada de desaparecer.

Na região, a Serra do Japi é a responsável pela mudança do tipo climático e por um gradiente pluviométrico muito grande, com média de 95 dias de chuva por ano em Jundiaí e 226 dias de chuva por ano em Cajamar.
Além da riqueza da flora e da fauna, com várias espécies de borboletas e marsupiais endêmicos, o Japi possui mais de uma centena de nascentes e cachoeiras. Essa abundância de água fez com que o ilustre cientista Aziz Ab’Saber a batizasse de “castelo de águas”.

A Serra do Japi foi tombada pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo) em 1983 e incluída como zona de proteção máxima das APAs Estaduais (Áreas de Proteção Ambiental) de Jundiaí e Cabreúva em 1984.
Apesar de toda esta importância, a Serra do Japi sofre constantes agressões, com desmatamentos, caças, usos e ocupação desordenados do solo. Isto ocorre, basicamente, porque mais de 90% das terras da Serra do japi estão em mãos de particulares, desinteressados em promover algum tipo de uso auto-sustentado.

ORIGEM DO NOME

Morungaba
A cachoeira do Morungaba é um dos lugares mais belos do Japy

A origem do nome Serra do Jap no tupi-guarani, y-api quer dizer nascente, cabeceira.
Além de rica em nascentes de águas cristalinas, a presença de muitos índios no “castelo de águas” na época do Brasil colonial proporciona maior credibilidade à teoria sobre a origem indígena do nome para a Serra do Japi.

 

 

PARCEIROS